Interpol
Thursday, 09 August 2007 21:00
Com a formação fechada, o Interpol começou a ensair em meados de 1998, mas apenas em 2000 começaram a fazer shows. Nesta mesma época, o baterista Greg Drudy foi trocado por Sam Fogarino. Passaram, então, a se apresentar regularmente em diversos clubes da cidade e fizeram uma pequena turnê pela Inglaterra em abril de 2001, chamando a atenção das rádios e, principalmente, de John Peel, que os levou para se apresentar no programa.
Neste momento o Interpol começava a divulgar o EP Fukd I.D., lançado em edição limitada pela Chemikal Underground. Junto com o EP, a banda também foi destaque em duas coletâneas, uma lançada no Reino Unido, chamada Clooney Tunes, editada pelo selo Fierce Panda. A outra, um CD duplo, saiu nos Estados Unidos, trazendo diversas gravações ao vivo do grupo em casas noturnas do Brooklyn, em Nova York e com o nome de This is Next Year.
Assinam com o selo Matador em 2002, e por ele lançam Turn On the Bright Lights. O disco foi muito bem recebido pela crítica especializada e o Interpol passa de banda desconhecida para um dos nomes mais importantes do novo rock mundial.
Dois anos depois, em 2004, chega às lojas o álbum Antics, com teor um pouco mais pop, o disco finalmente lança o grupo ao estrelato e as canções do Interpol deixam os pequenos clubes e college radios, chegando a um público maior.
Somente em 2007, três anos depois do lançamento de Antics, é que a banda lança seu terceiro disco, Our Love to Admire. O álbum é recebido com certa resistência pela crítica, dividindo opiniões, principalmente por ter sido produzido por Rich Costey, responsável pelo último álbum do Muse. Nele o grupo tenta, sem sucesso, se desvencilhar das comparações com o Joy Division, apesar de ser exatamente esta semelhança que fez do Interpol uma banda conhecida.
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Por Valdir Antonelli




