Echo and the Bunnymen

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Ian McCulloch - Echo - foto: Iris KouwenCrocodiles foi lançado em julho de 80 e saiu recheada de hits como Do it Clean e Rescue, no ano seguinte lançam Heaven up Here. Mantendo a tradição de um álbum por ano, no final de 82 chega Porcupine, considerado pela banda como um trabalho autobiográfico onde questionavam o sentido do grupo e saem por sua primeira turnê européia. Já em 84, com problemas com seu empresário que insistia em lançar novos singles sem autorização da banda, lançam o que foi considerado como melhor álbum já lançado pela banda, Ocean Rain, com a clássica Killing Moon que segundo Iam McCulloch é a mais perfeita música já feita.


Em 87, mesmo sem ter lançado um disco novo desde Ocean Rain, apenas uma coletânea foi lançada com a inédita, Bring on the Dancing Horses, o Echo aporta no Brasil para shows em São Paulo e Rio de Janeiro. Aqui em Sampa a banda conseguiu lotar o Anhembi e mostrou que finalmente o Brasil entrava na rota de shows de varias bandas inglesas, como o Cure e Siouxie, que ainda não haviam caído em desgraça. Lança neste ano mais um trabalho, chamado de Echo and the Bunnymen, com os hits The Game e Lips Like Sugar, este disco foi considerado o mais fraco e mais pop do grupo, apenas como curiosidade o clipe de The Game foi gravado no Rio de Janeiro. Separam-se ainda no final de 87. Segundo alguns fãs, essa primeira separação foi motivada por não terem avisado ao Ian que seu pai tinha sofrido um ataque do coração, um pouco antes de uma das apresentações da banda para não atrapalhar a performance do vocalista. Quando soube disso Ian largou a banda.

No final da década tudo levava a crer que os Bunnymen sumiriam totalmente, Ian tentava uma carreira solo que nunca decolou, as grandes bandas dos anos 80 estavam em franca decadência, mas o fato mais marcante que levava a todos a pensarem que o Echo tinha realmente morrido, foi o acidente trágico de Pete de Freitas que levou o baterista à morte. Apesar de tudo estar contra, a banda tenta se manter com um vocalista novo, Noel Burque e lançam o fraco Reverberation em 90. Esta foi a segunda “morte” da banda.

Neste meio tempo, Ian e Will se juntam e criam o Electrafixion e lançam um disco, o Burned.

Mais sete anos se passam até que a banda ressuscita e lança novo trabalho, novamente com Ian McCulloch a frente. Este disco passou quase despercebido da mídia, não chegando a tocar em lugar algum. Na verdade somente os fãs é que se empolgaram. Em 99 já sem o baixista Les Pattison, que deixou a banda no segundo dia de gravação por problemas familiares, lançam mais um trabalho, What Are You Going to Do With Your Life? esse com uma cara mais de disco solo de Ian do que dos Bunnymen. Afinal apenas ele e o guitarrista Will Sargeant estavam à frente do projeto. Neste mesmo ano, a banda se apresenta no Brasil pela segunda vez, fazendo bons shows por São Paulo, Rio, Curitiba e Porto Alegre.

Outro hiato de dois anos e o Echo lança Flowers em 2001, considerado pela critica inglesa como um dos melhores discos da banda. E agora, no inicio de 2002 o Echo lança um álbum duplo ao vivo, Live in Liverpool.

Por Valdir Antonelli / foto: Iris Kouwen

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