O Instituto Stefanini, criado como braço social da Stefanini completa 17 anos com a meta de preparar os jovens e profissionais que buscam uma de suas unidades – Francisco Morato (SP), Jaguariúna (SP), Poços de Caldas (MG) e São Paulo (SP) - para o processo de transformação digital que começa a se intensificar nas organizações.

Ao longo de sua existência, a instituição atendeu mais de 80 mil pessoas em cursos regulares, complementares, workshops e campanhas solidárias. Por meio do Programa Educar para Crescer, o Instituto utiliza a linguagem tecnológica para preparar o adolescente e o adulto para o mercado de trabalho. “O programa tem como foco central o ensino de informática para promover a inclusão social e digital como elemento básico para formação integral e exercício da cidadania”, destaca Maria José Paredes Machado, diretora do Instituto Stefanini.

Para a equipe que atua no desenvolvimento das atividades oferecidas pela instituição, a tecnologia é um meio de transformação, especialmente para quem se encontra em situação de vulnerabilidade. Com as pessoas cada vez mais conectadas, a meta é criar cursos que despertem o interesse de jovens e adultos para que possam acompanhar este movimento digital, além de gerar oportunidades para que possam concorrer a vagas de emprego na área de tecnologia.

“Vamos oferecer cursos de robótica para incentivar os jovens na busca por uma profissão na área de Exatas, contribuindo, também, para que os adultos utilizem os conhecimentos em seus locais de trabalho ou em atividades complementares”, enfatiza Maria José.

Em 2017, o Instituto Stefanini ofereceu os seguintes cursos regulares em suas unidades em São Paulo e Minas Gerais: Introdução à Informática, Pacote Office, Excel Avançado, HTML, Hardware, Software, Linux, Redes e Windows.

Para este ano, a previsão é que o Instituto Stefanini inaugure uma nova unidade no CEU Uirapuru, localizado no Jardim Paulo VI, em São Paulo. “A tecnologia permite ao jovem conhecer o mundo, novas culturas e hábitos. É um universo novo que se abre. Ele pode estudar, tirar dúvidas e ter informações não oferecidas pela escola formal. O grande desafio é apresentar a esses jovens uma maneira construtiva de usar essa ferramenta de forma produtiva”, complementa a diretora.

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