A pandemia de covid-19 evidenciou a necessidade de as empresas trabalharem com informações acuradas e, principalmente extraírem inteligência de dados no relacionamento com os clientes. As que oferecem essa possibilidade crescem no atual momento, como é o caso da Deep Center, especializada em gestão da informação para contact centers, SAC e cobrança. 

Apenas no primeiro semestre de 2020, a empresa obteve crescimento de 90%, adquirindo cinco novos clientes do setor financeiro. Agora, possui 26 contratos, apresenta uma margem líquida superior a 48% e projeta faturamento de R$ 24 milhões até o fim do ano, duas vezes mais do que em 2019, com 50 funcionários no total. 

Dois motivos explicam esse crescimento. O primeiro deles é a consolidação da solução Discovery, capaz de coletar, limpar, normalizar e integrar dados, proporcionando uma visão completa sobre o negócio. Além disso, as incertezas econômicas da pandemia colocaram a área de recuperação das empresas em um papel relevante com o aumento da inadimplência. 

“A quarentena reforçou a importância vital de ferramentas remotas de gestão e monitoramento como as que oferecemos, além das alternativas digitais ao atendimento humano com soluções de inteligência artificial e machine learning”, explica Gabriel Camargo da Deep Center. 

Além do Discovery, a empresa teve ótima repercussão com o DTS (deep transcription service), um produto de speech analytics capaz de coletar arquivos de áudio, transcrevê-los e compreende-los com alto poder de processamento, velocidade e acurácia na análise. Lançado no fim de 2019, já representa 29% do faturamento e deve captar oito grandes contratos até o fim do ano. 

Dessa forma, a expectativa é manter o crescimento acelerado no segundo semestre a partir do lançamento da segunda versão das duas soluções e da captação de novos clientes. Além disso, a empresa vai desenvolver um plano estratégico para desenvolver uma nova unidade de negócios e expandir a operação para outros países. 

A Deep Center nasceu em 2017 com a missão de resolver um dos grandes problemas das empresas: lidar com o excesso de informação nos serviços de cobranças e de relacionamento com o cliente. Em cinco anos, tem na sua carteira de clientes empresas como Bradesco, TIM, Santander, Recovery, Banco BV, Riachuelo, Banco Omni, DXC Technology, Honda, Paschoalotto, Rodobens, entre outros.

Estamos revolucionando a maneira como os dados de contact centers são coletados e analisados, desde o desempenho básico e as estatísticas do que está acontecendo em tempo real até o processamento e entendimento de tudo o que está sendo falado nas interações ao ponto de prever o que virá a acontecer”, conclui Gabriel Camargo.  

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